quinta-feira, 16 de setembro de 2021

 

Avenida Liberdade.

Ruas de São Paulo e sua Historia ou Historia do Homenageado.


Começa na Praça 7 de Setembro e termina na Rua São Joaquim. B. Liberdade.

Essa avenida teve diversas denominações: a primeira foi "Rua da Pólvora" pois por ela se chegava à Casa da Pólvora, construída em 1754, no atual Largo da Pólvora. 

Em 1775  com construção da "Forca" utilizada para cumprir as penas de morte, o povo deu-lhe o nome de "Rua da Forca", alguns que não gostavam da denominação  a chamavam de "Rua de Cima".

Em 1810 este logradouro tomou o nome de "Rua do Cônego Leão", pois ali residia o Cônego Leão José de Sene.

Em 1810, a região da avenida e a própria avenida foram loteadas, e foram construídos muitos chalés e casas, sendo esta uma das primeiras povoações em massa do local.

Em 28/11/1865, o vereador Malaquias Rogério de Salles, propôs e o logradouro tem seu nome alterado para  "Rua da Liberdade",  em 1952 e alterada em definitivo para Avenida da Liberdade. 

O nome Liberdade, ainda é motivo de muita controvérsia entre os estudiosos, mais descartadas algumas versões fantasiosas, o fato concreto é que esta denominação foi primeiro aplicada a um chafariz localizado no Largo de São Francisco.

Cândido Gonçalves Gomide vereador para comemorar a abdicação de D. Pedro I, sugeriu a alteração de diversas ruas e praças na cidade, uma delas, a alteração do antigo "Largo do Curso Jurídico" (atual Largo de São Francisco) para "Praça da Liberdade".

A Câmara Municipal não aprovou mais alterou o nome do chafariz ali existente, para Chafariz da Liberdade.

Segundo o historiador Nuto SantAnna, "desse chafariz se originou o nome da rua, do largo e do bairro da Liberdade" (São Paulo Histórico, pg. 23). 

No dia 29/10/1858, foi publicado o Edital "A Câmara Municipal faz saber aos seus habitantes que em Sessão do dia 28 do corrente, deliberou chamar-se Praça da Liberdade, o largo da Forca onde se acha collocado o Chafariz da Liberdade".

Portanto, foi primeiro denominada a "Praça da Liberdade", antes da própria Rua (hoje Avenida), por que, diziam os vereadores, ali estava localizado o Chafariz da Liberdade. E esse é o grande motivo da polêmica: esse mesmo Chafariz não estava no Largo de São Francisco? O historiador Célio Debes chama a atenção para esse fato dizendo que provavelmente existisse outro chafariz com o mesmo nome no antigo Largo da Forca e que, talvez, o seu nome tivesse outro significado (Boletim da Academia Paulista de História).

O futuro Bairro da Liberdade era, no século XVII, para onde os escravos que fugiam de seus donos e se abrigavam.

Em 1908 o Brasil recebeu diversos imigrantes japoneses, chegados pelo navio Kasato Maru no porto da cidade de Santos, litoral paulista, em sua maioria fixou moradia na avenida da liberdade e proximidades.

Uma das historias consideradas fantasiosas se refere ao:
Chaguinhas um cabo do exército português, líder de uma revolução contra o domínio português no Brasil, ocorrida em 1821, um ano antes da independência. Chaguinhas foi condenado à forca no Largo, porém milagrosamente, a corda de sua forca foi arrebentada. As 10 mil pessoas que o assistiam gritaram: Liberdade! E detalhe: isso aconteceu 2 vezes, provando que era um sinal divino de sua inocência. Hoje ele é considerado um Santo. E a partir daí que o Largo da Forca passou a ser chamado de Praça da Liberdade. Daí também vem o nome da Rua da Liberdade (mais tarde avenida) e do Bairro.

Fonte: dicionarioderuas wikipedia
Fotos: Dornicke  Luis Dantas  
descubrasampa 
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quinta-feira, 9 de setembro de 2021

AVENIDA BRIGADEIRO FARIA LIMA

Ruas de São Paulo e sua Historia ou Historia do Homenageado.


Distrito: Pinheiros

Começa na Avenida Pedroso de Morais e Termina na Avenida Hélio Pellegrino, antiga rua Iguatemi. Ato 3.629, de 1937, Ato 1.523/38, 
Oficializada  pela Leis nº 7.104, de 03 de janeiro de 1968, Lei 7.367, de 02 de outubro de 1969. Decreto nº 36.209, de 09 de julho de 1996 e sua denominação foi oficializada pelo Decreto nº 8.716, de 16 de março de 1970, a nova artéria, que se chamaria Radial Oeste, recebeu o seu nome.
Em 25 de maio de 2010, foi inaugurada a Estação Faria Lima, da Linha 4-Amarela do metrô. 
Importante centro comercial e financeiro, que rivaliza com o Centro, a avenida Paulista e a região das avenidas Luís Carlos Berrini e Nações Unidas.

Aparece  na Planta de1927 - com a antiga denominação rua Iguatemi.

José Vicente de Faria Lima, nasceu em Vila Isabel, Rio de Janeiro, em 07 de outubro de 1909, filho de família muito humilde, aos 21 anos de idade iniciou sua carreira na Força Aérea Brasileira, ainda no Colégio Militar, já  mostra ser um aluno muito aplicado.

Na Aeronáutica participou dos cursos: aviador militar, observador e engenharia aeronáutica, fez especialização em engenharia na Escola Superior de Aeronáutica da França. 

Nos anos 1930, juntamente com Eduardo Gomes e outros, voou muito pelo interior do país, fazendo as linhas do Correio Aéreo Nacional.

Como assistente técnico do então Ministro Salgado Filho, participou da criação do Ministério da Aeronáutica, foi chefe da comissão da Aeronáutica nos EUA e comandante do Campo de Marte. 
A pedido de Jânio Quadros, assumiu a presidência da VASP. 

Em março de 1965 foi eleito prefeito de São Paulo, sua administração foi marcada pelas diversas obras, entre elas as Marginais Tietê e Pinheiros, Av. Sumaré, Radial Leste, Av. 23 Maio, Av. Rubem Berta, o início do metrô, além de obras nas áreas de saúde, educação, bem estar social, etc.

Faleceu no dia 04 de setembro de 1969.

"Com o atraso da entrega e o aumento dos custos, as informações constantes de uma placa conjunta do Governo Abreu Sodré e da Prefeitura foram alteradas com tinta branca. Maluf brincou com o atraso em seu discurso, dizendo que poderia ter sido escrito um livro sobre a obra, com o título "Odisseia da Construção de uma Avenida". Poucos minutos após a nova via ser aberta, operários começaram a quebrar o asfalto na esquina com a Avenida Cidade Jardim, em busca das tampas de ferro das galerias subterrâneas, cobertas durante o asfaltamento, promovido às pressas.

Além disso, em frente ao Shopping Center Iguatemi haviam sido fechados buracos cujas obras não estavam prontas, que teriam de ser abertos novamente. "Em poucos dias, irão reabri-los, mas, então, a inauguração já terá passado", contou um morador da região ouvido por O Estado de S. Paulo. O jornal, entretanto, destacou os aspectos positivos da avenida, considerada "muito boa", como a marcação das faixas em relevo, faixas de pedestres (embora nenhuma delas com semáforo) e iluminação feita por postes altos, com luz de mercúrio. Os dois únicos semáforos da avenida inteira ficavam no início (à época, a Avenida Cidade Jardim) e no fim (à época, a Avenida Rebouças)."

"Texto do Site Wikipedia"

Fonte: dicionarioderuas.
Fotos: Wilfredor Alexandre Giesbrecht 
gowork

1928




1969

1970








sábado, 4 de setembro de 2021

 

AVENIDA GUAPIRA

Ruas de São Paulo e sua Historia ou Historia do Homenageado.



A história da Av. Guapira, remonta aos séculos XVI e XVII sendo conhecida como "Estrada do Guapira", no "Mapa Oficial da cidade de 1927" já aparece com essa denominação.

Naquela época, ela "começava na Estrada da Cantareira e terminava na Estrada de Vila Galvão". como "estrada" ela permaneceu até 1961, o Decreto nº 5.237 de 08/11/1961, atribuiu-lhe a condição de Avenida. 

No ano de 1970, através da Lei nº 7.581 de 31/12/1970, sua denominação, passou a ser  Av. Dra. Diva Chaves de Faria,(Decreto nº 9.745 de 08/12/1971)  poucos meses depois, através da Lei nº 7.713 de 23 de Março de 1972, voltou a se chamar Av. Guapira.

Atualmente começa na Avenida Tucuruvi, esquina com Av. Ataliba Leonel, e termina na Avenida Antônio Cesar Neto, em frente o E.E. Júlio Pestana. 

Guapira, originalmente, o nome de um pequeno rio que desaguava no Rio Cabuçú, na divisa entre São Paulo e Guarulhos e identificava toda a região que hoje conhecida como "Jaçanã". 

Desde a fundação  de São Paulo de Piratininga, o "Guapira" era trilhado pelos bandeirantes e sertanistas que seguiam rumo ao "Cabuçu" na Freguesia da Conceição dos Guarulhos e daí, para Mairiporã, Atibaia e Minas Gerais. 

A trilha ou estrada por eles utilizada era, desde aquela época, chamada de "Estrada do Guapira", na língua Tupi, Guapira significa "começo do vale" ou "as cabeceiras, as nascentes", geralmente de um rio.

Fonte: dicionarioderuas
Fotos: 
Mapio wikipedia facebook
1928




E.E. Júlio Pestana





E.E. Júlio Pestana

Hospital Geriátrico e de Convalescentes D. Pedro II



Padaria Aguiar esquina com Rua Tanque Velho.

Paroquia Santa Terezinha.



Esquina com Rua Parambu








sexta-feira, 3 de setembro de 2021

 

RUA FAUSTOLO LAPA.

Ruas de São Paulo e sua Historia ou Historia do Homenageado.



aberta em 1888 pelo engenheiro e empresário italiano Luiz Bianchi Betholdi, em 1887, inicialmente conhecida como Passagem Monte Serrat ou Viela Sem Denominação.

Começa na Rua Guaicurus e termina na Rua N. Sra. da Lapa. Água Branca, oficializada pelo, ATO nº: 972 de 24/08/1916 e leis nº 2.920 de 05/10/1925, nº 4.229 de 26/06/1952 e Decreto nº 15.635 de 17/01/1979.

Luiz Bianchi Betholdi, adquiriu uma extensa área de Antonio Xavier Borba em 1887, então chamada de “Campos da Pedreira” ou “do Mandi”.

Iniciou nessa área um loteamento  chamado Vila Romana, numa referência ao seu país de origem, ao mesmo tempo, as ruas também receberam denominações que faziam menção à civilização romana como a Rua Faustolo personagem da mitologia romana.

Fáustolo um pastor de Amiúlo, irmão e rival do rei Numitor, que lhe confiou seus netos, Rômulo e Remo, por sua vez, ele entregou as crianças a Aca Larência. 

Uma variante da mesma lenda, diz que Faustolo encontrou as crianças sendo amamentadas por uma loba, quando  eles atingiram a idade adulta, mandou-os a Gabi (cidade entre a futura Roma e Prenesta) para receberem educação, Faustolo foi morto quando tentava impedir a luta entre Rômulo e Remo, sendo sepultado no local onde foi edificado o Fórum, e sobre seu túmulo erigiu-se a estátua de um leão.

Fonte: dicionarioderuas
Fotos: 
foursquare 
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Faustolo com Rua Guaicurus




Senac









 







terça-feira, 31 de agosto de 2021

 

Ruas de São Paulo e sua Historia ou Historia do Homenageado.


Pela primeira vez  representada num mapa em 1896, com o nome de "Rua das Perdizes", e começava na atual Rua Cardoso de Almeida (antiga "Rua Thabor"), nos "Campos das Perdizes", onde foi uma das primeiras ruas.

No ano seguinte, aparece no Mapa da Cidade já denominada como "Rua Turyassu",  terminava poucos metros além da atual Rua Minerva.

O nome "Turiassu", que foi utilizada desde finais do século XIX, se refere a topônimos indígenas, também,  aplicado em outros logradouros do bairro, como as ruas "Traipu" (cidade de Alagoas) e "Itapicuru" (rio da Bahia). 

Turiassu é uma homenagem à cidade com esse nome no Estado do Maranhão, na língua Tupi, "Turiassu" quer dizer, "tocha, fogueira facho grande", ou farol, uma alteração do original "tory-assu".

O autor Luiz Caldas Tibiriçá na sua obra "Dicionário de Topônimos Brasileiros de Origem Tupi" (S.P., Traço Editora, 1997) aponta a grafia Turiaçu como a correta mas, diz que o termo do Tupi antigo, do século XVIII, é tory-assu, já o professor Francisco da Silveira Bueno em seu livro "Vocabulário Tupi-Guarani Português" (S.P., Éfeta Editora, 1998), adota a grafia Turiassu como a correta.

Na Cidade de São Paulo, desde a primeira legislação que oficializou esta rua (Resolução nº 257 de 1923), a grafia adotada foi Tuariassu.

Com cerca de três quilômetros de extensão, segue paralela à Avenida Francisco Matarazzo e termina na Praça Marrey Júnior, fazendo cruzamento com a avenida Sumaré.

Nela se localiza o Clube Português de São Paulo, a Associação das Damas de São Vicente de Paula,  e antes de ser dividida abrigava a Sociedade Esportiva Palmeiras,

O nome da rua foi  oficializado através da Resolução nº 257, de 07 de julho de 1923 onde consta que o nome anterior, era conhecido por "Rua F".

Na lei Nº 16.167 DE 13 DE ABRIL DE 2015. (Projeto de Lei nº 314/14), determina que no trecho compreendido entre a Rua Cayowaá altura da Avenida Sumaré, e a Rua Carlos Vicari, entre os números 1643 e 2237 passe a se chamar, "Rua Palestra Itália" ;a mesma lei altera o nome da Rua Palestra Itália, em Parelheiros, para Rua do Terceiro Lago.

Fonte: wikipedia dicionarioderuas.
Fotos: paulisson miura 
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1921




1940

1940




Cutelaria Corneta







sábado, 21 de agosto de 2021

 Largo da Concórdia, Brás

Ruas de São Paulo e sua Historia ou Historia do Homenageado.


O Largo da Concordia, esta localizado na antiga Chácara do português "José Brás", fundador desse  bairro paulistano, começou a ser formado entre os anos de 1830 e 1840, paralelamente à urbanização do próprio bairro do Brás que, naquela época, era ocupado apenas por chácaras.

Em 1850, já estava pronto, sua primeira denominação: "Largo do Brás". 

A Câmara Municipal, determinou em 1862 que o largo deveria ser fechado, mais o Presidente da Província, Vicente Pires da Mota, interferiu e o logradouro continuou aberto ao público. 

No dia 28/11/1865, o vereador Malaquias Rogério de Salles Guerra, propôs que o seu nome fosse  alterado para "Largo da Concórdia".

Existe duas hipótese para a adoção desse nome:

1ª  Uma homenagem à Place de la Concorde, em Paris.

2ª  Uma homenagem à cidade de Concórdia, Argentina, margens do Rio Uruguai, Província de Entre Rios, cidade que teve papel destacado na Guerra do Paraguai, pois sediou  batalhões argentinos e brasileiros, no dia 13/06/1865, concentradas as tropas do General argentino Bartolomé Mitre que dias depois (24/06/1865), recebeu os soldados brasileiros comandados pelo General Osório, dali as tropas seguiram rumo ao Norte para o combate contra as forças paraguaias.

Para justificar esta hipótese, e bom lembrar-nos que  vereador Malaquias Rogério de Salles propôs, no mesmo dia, os nomes de  "Largo do Paissandú", "Rua do Riachuelo", (nomes de batalhas da Guerra do Paraguai) e "Rua Vitória" (uma referência à vitória brasileira na batalha do Riachuelo). 

O Largo da Concórdia seria, portanto, outro nome ligado à Guerra e utilizado pelo vereador Malaquias nos logradouros públicos como forma de perenizar os episódios na história paulistana.

Local de grande concentração de migrantes nordestinos e seus descendentes, com forte influência da cultura regional nordestina, que foram homenageados com o Monumento ao Migrante Nordestino é uma escultura com mais de 10 metros de comprimento e mais de 5 metros de altura, peso total de mais de 20 toneladas.

Entre 1953 e 2006 o Largo abrigou um monumento erigido em homenagem ao cantor Francisco Alves, que ali realizou seu último show em 26 de setembro de 1952, uma coluna de concreto com um violão estampado em baixo relevo e uma placa de bronze, foi oferecido pela Rádio Nacional de São Paulo, sendo inaugurado em outubro de 1953, vandalizado ao longo dos anos (teve sua placa furtada e serviu de base para cartazes) foi removido entre 2006 e 2007, atualmente se encontra em um depósito da prefeitura aguardando para ser reinstalado.

O Largo é um símbolo histórico do Brás, mais desde 1991, está tomado por barracas de camelôs, fazendo com que a arquitetura não se destacasse, por dia, passam aproximadamente trezentas mil pessoas.

O Theatro Colombo ícone do Largo da Concordia inaugurado em 20 de fevereiro de 1908 após a reforma do prédio do antigo Mercado do Brás, considerado o teatro de melhor acústica da cidade e tinha capacidade para 1968 lugares, neste teatro o compositor italiano Pietro Mascagni regeu pessoalmente sua ópera Amica, em 19 de julho de 1966 o teatro ardeu em chamas e foi completamente destruído. 

As causas do incêndio são suspeitas, foi publicado no jornal O Estado de S. Paulo que o teatro vinha sendo ameaçado de destruição por telefonemas anônimos. 
O primeiro incêndio se iniciou num colchão colocado no teatro vazio no domingo, 17 de julho, na ocasião o fogo foi controlado, mas na quarta-feira irrompeu novamente e destruiu o edifício em apenas trinta minutos.

O Largo da Concórdia foi reformado em 2007 num processo de revitalização para dar uma nova cara ao local que vinha sendo usado como camelódromo, em uma parceria formada entre Alobrás, Associação de Lojistas do Brás, os comerciantes do bairro e a subprefeitura da Mooca, para a reforma do Largo, com o dinheiro arrecadado, o Largo da Concórdia teve seus dez mil metros quadrados inteiramente reformados, com novo piso, canteiros com flores e árvores e banheiros públicos, as fachadas da área comercial foram restauradas e quarenta e oito pontos de luz foram colocados no local.

Lembro de uma Cantina Italiana, na calçada de quem sai da Rangel Pestana e vira a direita poucas casas depois da esquina, servia uma massa muito boa talvez a melhor que já degustei, não consegui foto de sua fachada apenas algumas de seu interior, digitando aqui estou lembrando o sabor de um Rigatone a bolonhesa, um Espaguete ao sugo, ou Coradas(batatas cortada ao meio) com carne assada.

Fica entre a Av. Rangel Pestana e as Ruas Miller e Barão de Ladário.

Fonte: dicionarioderuas wikipedia
Fotos: User:Dantadd 
Alamy  
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pedromartinelli










Teatro Colombo


Incêndio Teatro Colombo