segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Ladeira do Acú



Aqui começa a historia de uma das mais importantes avenidas de São Paulo,
a Avenida São João, ou Ladeira do Acú, Ladeira da Ponte do Acú, Estrada de Jundiaí, Ladeira de São João Batista, Ladeira de São João, e finalmente Avenida São João.
Em 1651, Henrique da Cunha Gago e Cristóvão Cunha. solicitam aos poderes públicos, na época era o procedimento usual para se conseguir um terreno, com requerimento nestes termos:
“Pedem os abaixos assinados a Vossas Mercês que lhes dêem a cada um trinta braços de chão no rócio desta vila, entre dois ribeiros chamados de Anhangobay e Yacuba, o qual o chão se começará a medir do caminho que vai para Piratininga de fronte do chão de João Pires e da banda de umas casas de Maria Morena, até outros trinta braços de quintal para a banda do ribeiro Yacuba.”
Yacuba ou Guaçu era um córrego que nascia em uma fonte na Ladeira de Santa Ifigênia, e ligava-se à um outro pequeno córrego  que vinha do Tanque do Zuniga, no atual Largo do Paissandú  indo desaguar no  Anhangabaú próximo ao atual Palácio dos Correios.
Assim uma  trilha que fazia a ligação dessas propriedades com a chamada colina histórica de São Paulo hoje conhecida como  Praça Antônio Prado, nascia, e também ligava a outra rua já existente na época e ate hoje conhecida pelo nome de Brigadeiro Tobias, um importante militar que ali residia com sua esposa a Marquesa de Santos, ex. amante de D.Pedro I.  
A partir desse que seria o inicio da avenida se ligava a “Estrada de Jundiaí”, que era utilizada pelos tropeiros que se destinavam ao interior da província.
A Pça Antônio Prado na época era conhecida como Largo do Rosário, pois ali ficava a antiga Igreja do Rosário,transferida depois para o Largo Paissandú.
Para transpor o Rio Anhagabay existia uma ponte com o nome de “Ponte do Acú”, que deu o nome a avenida que permaneceu com esse nome por quase todo o seculo XVIII.
Como 
Acú, significa em Tupi “Água Envenenada”; e o Anhagabay, significa “Águas Assombradas” ou Águas do Diabo”, e também o local era de matas e havia o perigo de assalto, pois era esconderijo de escravos fugidos e de assaltantes, sempre se fazia procissão 
a São João Batista tido por tradição como protetor das águas
Em vista disso o vereador Malaquias Rogério de Salles Guerra, o dia 28/11/1865, sugeriu a mudança do nome para Ladeira de São João Batista, depois simplificado para Ladeira de São João, que foi transformado em rua e depois avenida, a partir de 1910 ate 1937 varias reformas alargamentos e prolongamentos foram feitos.
Na décadas de 1980/90- com a reforma do Vale do Anhangabaú seu inicio foi modificado e transformado no  “Boulevard São João”.
Eternizada na musica "Sampa" de Caetano Veloso,

fontes: wikipedia .saopauloinfoco
fotos: .pinterest Iba Mendes b4kimoveis Apto.vc hagopgaragem miscelânea agendadeviagens


sábado, 24 de fevereiro de 2018

Biblioteca Mário de Andrade

Rua Xavier de Toledo, esquina da Avenida São Luiz


Fundada em 1925 como Biblioteca Municipal de São Paulo, é a maior biblioteca pública da cidade e a segunda maior biblioteca pública do país, superada, apenas, pela Biblioteca Nacional.
Na inauguração, em 1926, contava apenas com uma coleção inicial que se encontravam em poder da Câmara Municipal de São Paulo e ficava na Rua 7 de Abril em um prédio cedido pela mesma Câmara Municipal.
Com a incorporação da  Biblioteca Pública do Estado em 1937, e com outras importantes aquisições e livros  raros e especiais, que enriqueceram  muito seu acervo. 
Em 1936, compra a biblioteca de Félix Pacheco, escritor, senador e Ministro das Relações Exteriores, ate então a maior coleção privada do pais, com obras raras.
Também recebe doações importantes como do advogado  Batista Pereira, genro de Rui Barbosa, em 1937. do escritor Paulo Prado, organizador da Semana de Arte Moderna, em 1945, e do medico e pesquisador  Pirajá da Silva,autor de vários trabalhos sobre a Esquistossomose, em 1977, e aquisições de bibliotecas particulares de Otto Maria Carpeaux, Francisco Carvalho Franco, José Pereira Matos, Antônio de Paula Souza, Alceu Maynard de Araújo, José Perez e Paulo Duarte, e ainda doações de varias instituições e de particulares.
Em 4 de maio de 1936, conforme Ato 1078, o prefeito Fábio Prado libera recursos para a compra do imóvel situado à Rua Xavier de Toledo, esquina da rua São Luiz.
Em 1942, na gestão do Prefeito Prestes Maia e tendo Rubens Borba de Moraes como Diretor da Biblioteca, foi inaugurado o novo edifício projetado pelo arquiteto francês Jacques Pilon, com algumas alterações do prefeito engenheiro, obra considerada um marco na arquitetura moderna.  
Em 25 de janeiro de 1944, foi inaugurada a Seção Circulante, no prédio da Biblioteca Mário de Andrade, com entrada pela Rua São Luís, local para onde retornou em 2010, quando de sua reabertura ao público.
Em 1945  e criada a 
Seção de Obras Raras e especiais algumas já fazendo parte do acervo desde 1920.
Em 25 de janeiro de 1945 Sérgio Milliet, então diretor da Biblioteca, inaugurou a Seção de Artes, que reuniu a coleção especializada de livros, revistas e reproduções.
Em 1960 passou a se chamar Biblioteca Mario de Andrade, e  Francisco José Azevedo, bibliotecário formado na Escola da Prefeitura, que fora chefe da Seção Circulante assume a direção da instituição.
Em 2005 a Biblioteca Mário de Andrade adquiriu o status de Departamento, ligada a  Secretaria Municipal de Cultura mas só em dezembro de 2009 foi aprovada sua reestruturação administrativa, cuja implantação lhe dá condições de cumprir adequadamente sua dupla missão: preservação e acesso.
 De dezembro de 2007 a outubro de 2010, a Biblioteca passou por profunda reforma não só do edifício como também restauro do mobiliário, a desinfestação dos livros e a higienização e a reorganização física de todo o acervo.
Em 21 julho de 2010 antes do termino da reforma a seção Circulante foi aberto ao publico, um espaço atraente e adequado, com um acervo de mais de 42 mil volumes atualizado e informatizado que recebe em torno de 700 usuários por dia. 
Em 25 de janeiro de 2011, a Biblioteca foi finalmente reinaugurada, disponibilizando ao público as áreas de consulta das coleções fixas, Artes, Coleção GeralMapoteca e Raros e Especiais – bem como o Auditório.
E prédio anexo em dezembro de 2012 se deu a abertura da Hemeroteca, facilitando ao público a leitura e consulta de periódicos(jornais e revistas) que abrangem desde o século XIX até nossos dias, com mais de  12 mil títulos, em um edifício de dezesseis andares localizado à Rua Dr. Bráulio Gomes, 125, ao lado da Biblioteca Mário de Andrade.
fonte: prefeitura.sp wikipedia 
fotos: The Photographer Pinterest Fotografia - Uol googlemaps





sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Residência Rio Branco Paranhos

Rua Heitor de Moraes nº 120 Pacaembu



Projetada e construída pelo arquiteto João Batista Vilanova Artigas em 1943, para o advogado Rio Branco Paranhos, destacando o panorama da obra pela fluidez dos ambientes e alternâncias de jogo de volumes e superfícies.
Onde nota-se forte influencia do trabalho do  arquiteto moderno americano Frank Lloyd Wright, notadamente na acomodação dos volumes em terreno íngreme, que marcam a paisagem do bairro do Pacaembu.
Encontra-se em processo de tombamento pelo Condephaat desde 
23 de junho de 2015.

Fonte: condephaat.sp
Fotos: condephaat.sp googlemaps







quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Igreja Rosário dos Homens Pretos  (Penha)

Bairro da Penha de França, Largo do Rosário.


A Capela de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, erguida em taipa por negros em 16 de junho de 1802, na época eles eram proibidos de entrar na outra igreja, a dos brancos.
Curiosamente a capela ao contrario da Igreja da Penha cuja 
construção era voltada para a Catedral da Sé, a capela dos negros foi construída exatamente atrás dela e voltada para a periferia, de costa para a Sé.

Essa e uma igreja que diferentemente de outras, pertencentes a Irmandade dos Rosários que se mantem ate hoje no mesmo local, a lendária Igreja do Rosário dos Homens Pretos, no centro da cidade de São Paulo, inicialmente foi erguida na Praça Antônio Prado, depois mudando para o Largo do Paissandu, e a de Guarulhos, que mudou para o largo do Rosário e a antiga igreja foi demolida para a construção de um calçadão.
A fim de arrecadar os fundos necessários para dar início à construção da pequena capela, os membros da Irmandade pediram esmolas pelas ruas da cidade durante cinco anos.
Poucos documentos sobre a ereção, (termo utilizado no universo das Irmandades, com significado de levantar, erigir, ascender) desta igreja foi encontrado, contudo é sabido que sua edificação foi executada por negros da então Irmandade de Nossa Senhora do Rosário que deixaram como marcas de seu testemunho de fé, as largas paredes de taipa da Igreja do Rosário.(SIMONE ALMEIDA DE OLIVEIRA).
A importância desta igreja para a cidade de São Paulo é derivada do fato de ter sido construída pela Irmandade dos Homens Pretos, um grupo fundado por negros escravizados no século XVIII. Seu significado transcende a simplicidade do edifício, feito em taipa de pilão e contando apenas com uma nave, capela-mor, galeria lateral e sacristia, devido à falta de recursos da Irmandade(Jornal do Patrimônio).
Com a finalidade perpetuar a lembrança dos antepassados que resistiram ao jugo da escravidão no Brasil e refletir sobre nossa história, a Comissão realiza desde 2002 a Festa do Rosário dos Homens Pretos da Penha de França, que ocorre durante todo o mês de junho, sendo celebrado no dia 16 seu reconhecimento como templo católico, ocorrido em 1802.
Tombado em 1982 pelo  CONDEPHAAT. e em 1991 pelo CONPRESP.
fontes: wikipedia .basilicadapenha e (Trabalho de conclusão do curso de pós-graduação em Gestão de Projetos Culturais) de Simone Almeida de Oliveira. 
fotos: MatCabral  Acervo do CONDEPHAAT; Movimento Cultural Penha Simone Almeida de Oliveira





1.973









segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Vale do Anhangabaú


Região do centro da cidade de São Paulo, situada entre os viadutos do Chá e o Santa Ifigênia, o ponto que separa o Centro Velho do Centro Novo da cidade de São Paulo.
Um espaço publico onde tradicionalmente se realizam espetáculos populares, manifestações e comícios políticos. 
Seu nome vem do Ribeirão do mesmo nome que nasce em algum ponto próximo a Av Paulista com o nome de Córrego Saracura que na altura da atual Praça das Bandeiras ao se juntar com os Ribeirão do Itororó, e Córrego Bexiga recebe o nome de Rio Anhangabaú.
Atualmente, o rio está canalizado e totalmente escondido.
O nome Anhangabaú em tupi significa, “água venenosa”, e os indígenas consideravam o rio maldito.
Atualmente, e na realidade uma extensa laje, um calçadão, sobre um entrocamento rodoviário, desempenhando papel importante na circulação de pedestres no centro da cidade. 
Esta plataforma está localizada aproximadamente dez metros acima do vale propriamente dito, de forma que permita a passagem subterrânea do tráfego rodoviário através do Complexo Papa João Paulo II. 
Serve de confluência com as Praça Ramos de Azevedo, do Patriarca, Largo de São Bento, e a Praça do Correio onde existe um terminal de ônibus urbano e ainda a Praça da Bandeira onde também existe um grande terminal de ônibus urbano.
E servido por duas estações do Metro, a São Bento na Linha azul norte sul e Anhangabaú na Linha vermelha leste oeste.
Com grandes jardins, varias obras de arte e três chafarizes, o Vale do Anhangabaú é hoje talvez o mais conhecido cartão postal do Centro de São Paulo.
E ainda o principal palco da Virada Cultural que acontece em vários pontos da cidade e foi o local onde ocorreu a maior manifestação publica do Brasil no comício da "Diretas Já"  
em 16 de abril de 1984, quando foi recebido mais de 1,5 milhão de pessoas.
Ate 1822 a região não passava de uma chácara pertencente ao Barão de Itapetininga e, depois, à Baronesa de Itu, onde eram vendidos agrião e chá, e a travessia era feita pela Ponte do Lorena, que ficava ao lado do Largo do Piques e infelizmente não existe maiores registro da ponte.
As Ruas Formosa e Barão de Itapetininga foram áreas doadas pelo barão quando ainda era proprietário da região.
Em 1877 foi idealizado o Viaduto do Chá, que só seria inaugurado em 1892 e resultou na desapropriação das chácaras no local, que ficou abandonado ate 1910, quando foi realizado o ajardinamento do Vale do Anhangabaú, transformando-o em um parque.
Em 1951 foi construída a passagem em desnível eliminando o cruzamento entre a Av. Anhangabaú e a Av São João que ficou conhecida como "O Buraco do Ademar"  que ficou por  37 anos, sendo posteriormente substituído por dois túneis homônimos de nome Papa João Paulo II.
No início da década de 1980, a Prefeitura de São Paulo realizou um concurso público para a remodelação da região. Os urbanistas Jorge Wilheim e Rosa Grena Kliass foram os vencedores, este projeto acabou arquivado e somente no final daquela década, foi resgatado quando era estudado o fim do Buraco do Ademar.
fonte: wikipedia
fotos: garoahistorica Pinterest barbosamarianna wikimedia amtonline saopaulo.sp. Online Quadros















Militão Augusto de Azevedo

carioca Militão Augusto de Azevedo, nasceu no ano de 1837, e sonhava ser artista, tentou ser ator e cantor lirico, ainda residindo na Cidade do Rio de Janeiro, mas no ano de 1862 desistiu de seus sonhos e se mudou para São Paulo e consegue uma colocação como fotografo na "Photographia Academica de Carneiro & Gaspar".
Ao contrario dos fotógrafos da época que voltavam sua atenção para os retratos, Militão se dedicava mais as paisagens urbanas.
E se tornou o mais conceituado fotografo da cidade de São Paulo, em 1875 cria o estúdio "Photographia Americana" onde tem como clientes figuras ilustres como Castro AlvesJoaquim NabucoDom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina, e apesar da fama e conceito era o mais barateiro dos fotógrafos da cidade, chegando a ser comentado na época que suas fotos eram mais baratas do que cinco passagens para a Penha.
Outro destaque em sua carreira e a grande quantidade de fotos de negros que fazia questão de retratar não como escravos, 
mas como cidadãos comuns.
Mesmo com a grande popularidade em 1885 enfrentando dificuldades financeiras leiloa seus equipamentos e moveis e viaja para a Europa, talvez influenciado pelos álbuns mostrando as cidades europeias, tem a ideia de produzir um álbum focado nas mudanças da vista urbana da cidade de São Paulo.
Em 1887 divulgo seu  "Álbum Comparativo de Vistas da Cidade de São Paulo (1862-1887)" e depois outros álbuns da mesma especie como, "Vistas da Cidade de São Paulo" (1863), "Álbum de vistas da Cidade de Santos" (1864-65) "Álbum de vistas da Estrada de Ferro Santos Jundiaí" (1868), as datas não se referem ao ano da divulgação e sim da execução das fotos.
Considerado o mais conceituado fotografo de nossa historia e atuou por 25 anos e mesmo depois de ter deixado de fotografar continuou trabalhando em estúdio com suas imagens.
Faleceu em São Paulo no dia 24 de maio de 1905.
fonte: wikipedia 
.saopauloinfoco souvestibulando
fotos:  Militão Augusto de Azevedo
Auto Retrato

D.Pedro II

1879.

Rua Direita, 1862

Sé, por volta de 1860

Bairro Aterrado, Rua do Brás.




Palácio, Secretaria do Governo e Igreja do Colégio, 1887


Rua da Constituição, por volta de 1860
                                                                                     
Academia de Direito do Largo São Francisco.



quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Mappin

Casa Anglo-Brasileira S/A.

Sua historia começa no ano de 1774, na cidade de Sheffield, na Inglaterratrazida 
para o Brasil pelos irmãos Walter e Hebert Mappin.
Em 29 de novembro de 1913 inicia suas atividades em São Paulo, na Rua XV de novembro com o nome de Mappin Stores, muito sofisticada, somente com produtos importados, e ainda barbearia e salão de chá, e foi a primeira loja no Brasil ter vitrines de vidro onde ficavam expostos os produtos a venda, hoje parece absurdo mas na época as lojas não expunham seus produtos, era preciso entrar nas mesma para ver seus produtos.
Cerca de seis anos depois em 1919 suas dependências se tornaram obsoletas para o desenvolvimento da loja que tiveram que mudar para a Praça do Patriarca onde ficou ate 1939.
No final dos anos vinte com a crise mundial gerada pela quebra da Bolsa de Nova Iorque, o Mappin precisou inovar e passou a dedicar sua atenção as camadas mais baixas da sociedade, e passou a colocar etiquetas de preço em seus produtos agora mais acessíveis a população em geral e lançou a grande novidade que possibilitou a todos adquirir seus bens, O CREDIÁRIO.
Em 1939 mudou-se para a Praça Ramos de Azevedo em um prédio recém construído e alugado pela Sta Casa de São Paulo, e  antecipou o "conceito" de shopping center, reunindo produtos de diversos tipos em um único local.
A partir da metade da década de 1940 a loja seria vendida e a partir dai controlada pelo empresário do ramo do café e também advogado Alberto Alves Filho que a administrou ate sua morte em 1982.
No ano de 1983 e 1984 foi considerada a empresa do ano, e pesquisa realizada pelo Instituto Gallup apontava que 97% dos paulistanos conheciam a empresa e que 67% dos lares paulistanos possuíam produtos  comprados em suas lojas.
Em 1991 o Mappin compra a rede de lojas Sears, e em 1995 anuncia o maior prejuízo de quase 20 milhões de reais e a herdeira de Alberto Alves Filho, Cosette Alves anuncia sua venda ao empresário Ricardo Mansur por por 25 milhões de reais, suas administração foi desastrosa e todas sua providencias deram em nada e em 1999 teve a falência decretada junto com as lojas Mesbla, que haviam sido incorporadas ao Mappin em 1996.
Ainda em 1999, Grupo Pão de Açúcar, por meio do Extra Hipermercados, assumiu a loja na Praça Ramos de Azevedo, em 2003, a loja foi fechada sob a alegação de possuir baixa rentabilidade.
Em 12 de novembro de 2010 aconteceu um leilão judicial, e a marca Mappin, avaliada em R$ 12 milhões, foi arrematada pela rede de Lojas Marabraz por menos da metade do valor de avaliação.
Fonte: wikipedia e sãoauloantiga
Fotos: 
quandoacidade BlogPaulista i.pinimg Veja São Paulo acervo.estadao